Sun Bali apresenta
CELINA
Uma coleção sobre a luz do fim da tarde — quando o verão deixa de ser estação e se torna memória.
Filme · A apresentação de Celina
Nas palavras de quem a criou
Celina, contada em primeira pessoa
Antes das imagens, houve uma conversa. Nossa Diretora Criativa apresenta a coleção como quem folheia um caderno de viagem: as referências, os tecidos escolhidos à mão, a razão de cada cor. É por aqui que a história de Celina começa.
Reserve alguns minutos. O filme foi pensado para ser assistido devagar — como tudo o que fazemos.
Entrar no universo da coleção
Campanha
Margot, ou a delicadeza como gesto
Há uma cor que o sol deixa nas coisas quando se despede: um terracota profundo, quase mineral. Margot nasce dela — e da renda que a traduz em textura, ponto a ponto, como um trabalho de paciência.
Ler o editorialJournal
Histórias para ler ao sol
Moda, viagem e o verão como forma de olhar o mundo.
A coleção
Quatro capítulos, um mesmo verão
Celina se revela aos poucos — cada capítulo com sua luz, seu tecido e seu lugar no dia.
“Uma peça bem feita não pede atenção. Ela apenas permanece — no corpo, na mala, na memória.”Caderno de criação · Coleção Celina
Para continuar
Onde a moda encontra a paisagem
Paredes de barro, sombras longas, o dourado que só existe entre o mar e o fim do dia. As campanhas de Celina foram fotografadas onde a marca sempre esteve: entre a natureza e a arquitetura, entre o gesto e a luz.
Ver todos os editoriaisA coleção
CELINA
Toda coleção nasce de uma pergunta. A de Celina foi simples: como guardar, num tecido, a hora em que o dia amolece?
Celina não é um lugar, nem uma musa. É uma hora do dia. Aquela em que a luz desce um tom, o vento muda de direção e tudo — a pele, a areia, as paredes — ganha a mesma temperatura dourada. Foi dessa hora que a coleção tirou sua paleta: o terracota que o sol deixa nas coisas, o dourado que dança sobre o branco, o azul que a água guarda quando o céu já se foi, os florais que só abrem no fim da tarde.
Cada peça foi desenhada, modelada e produzida por nós, do primeiro risco ao último acabamento. É um processo lento por escolha: acreditamos que o verão pede roupas que durem muitos verões.
Filme · A apresentação de Celina
O filme de abertura
A coleção, apresentada por quem a imaginou
Nossa Diretora Criativa conduz a primeira leitura de Celina: as referências de viagem, a escolha das rendas e estampas, o porquê de cada nome. É o prólogo do universo que se desdobra nos quatro capítulos a seguir.
Os capítulos
Um verão em quatro tempos
A ordem importa: Celina se conta do entardecer para a noite, da renda para o jardim.
Sumário
Editoriais
Cada campanha de Celina é uma pequena publicação. Leia na ordem — ou comece pela luz que mais lhe pertence.
Coleção Celina · Editorial
Margot
ou a delicadeza como gesto
Existe uma cor que não está em nenhuma cartela: a que o sol deixa nas coisas quando começa a ir embora. Nas paredes de barro, na terra molhada, na pele ao fim de um dia inteiro de mar. Margot nasceu da tentativa de guardar essa cor — e da certeza de que só a renda saberia traduzi-la.
A renda pede tempo. Cada ponto é uma pequena decisão, cada vazio é desenhado com a mesma atenção que o cheio. Foi essa lógica — a do artesanal, a da paciência — que guiou a modelagem do capítulo de abertura de Celina.
O top cortina se sustenta em amarrações finas, reguláveis no pescoço e nas costas, e deixa a renda fazer o trabalho de luz e sombra sobre a pele. O forro acompanha o tom do tecido, então o desenho aparece sem exagerar na transparência. É a peça que abre a coleção porque resume a ideia dela: delicadeza tratada como precisão.
A calcinha de lacinhos amarra na lateral, no ponto que cada corpo pedir, e mantém a renda alinhada ao desenho do top. A calça leva o mesmo tecido para fora da areia: cai bem sobre o biquíni no fim de tarde e resolve um jantar de verão sem nenhum esforço extra.
Fotografamos Margot entre a vegetação, onde o terracota conversa com o verde sem pressa. A campanha não tem cenário construído: tem jardim, sombra e a luz que sobra entre as folhas.
Filme · O look Margot em movimento
Em movimento
A renda só existe inteira quando anda
Nenhuma fotografia captura o que a renda faz com o vento. O filme do look completa o editorial: é ali que Margot deixa de ser peça e vira presença.
O guarda-roupa deste capítulo
- Margot Renda Terracota · Top Cortina Renda
- Margot Renda Terracota · Calcinha Lacinho Renda
- Margot Renda Terracota · Calça Renda
Coleção Celina · Editorial
Fiorella Gold Poá
a geometria do sol
Se Margot é o fim da tarde, Fiorella é o meio-dia absoluto. O momento em que o sol não desenha sombras longas — desenha pontos. Reflexos na água, brilhos na areia, pequenas moedas de luz espalhadas sobre tudo. O poá dourado sobre branco é isso: o sol reduzido à sua menor unidade e repetido até virar estampa.
Fotografamos o capítulo contra paredes de terracota, onde o branco ganha temperatura e o dourado encontra eco. Há algo de mediterrâneo nessa conversa entre tecido e arquitetura — e algo de profundamente brasileiro na naturalidade com que ela acontece.
A camisa tem corte amplo, manga solta e um caimento que não marca. Aberta sobre o biquíni, vira saída de praia; fechada e com a barra alinhada, segura um jantar. A calça acompanha o raciocínio: cós confortável, perna fluida e comprimento que funciona tanto com a rasteira do dia quanto com a sandália da noite.
Juntas, formam o conjunto que resume nossa ideia de resortwear: roupas que atravessam o dia inteiro sem pedir troca, feitas para quem entende que a elegância de verão é, antes de tudo, uma questão de leveza.
O guarda-roupa deste capítulo
- Fiorella Gold Poá · Camisa Poá dourado
- Fiorella Gold Poá · Calça Poá dourado
Coleção Celina · Editorial
Amélie
uma aquarela ao vento
Toda aquarela é um acordo entre a tinta e a água: a pintora propõe, a água decide. A estampa de Amélie nasceu assim — azuis que se diluem, contornos que respiram, um desenho que parece ter sido feito pelo próprio mar. É o capítulo mais fresco de Celina, o que sopra.
Sobre a pele, o azul aquarelado faz o que o mar faz com a paisagem: acalma. Fotografamos Amélie no fim da manhã, quando a luz ainda é branca e a brisa organiza o dia.
O top cortina retorna aqui em outra chave: sem a textura da renda, é a estampa quem conduz, com amarração simples e caimento limpo. A calcinha Sun Kini Duo, desenho exclusivo da casa, foi pensada para dois usos: dá para posicionar a lateral mais fina ou mais larga, conforme o dia e a marca de sol que se quer deixar.
Amélie é o intervalo azul entre o dourado de Fiorella e as flores do capítulo final. Um respiro, no sentido mais literal que uma coleção pode ter.
O guarda-roupa deste capítulo
- Amélie · Top Cortina Aquarela
- Amélie · Calcinha Sun Kini Duo Dupla face de uso
Coleção Celina · Editorial
Jardim Secreto
o epílogo em flor
Alguns jardins só existem para quem chega na hora certa. Este floresce quando o sol encosta no mar — e foi exatamente nesse minuto que o fotografamos. Jardim Secreto é o capítulo que encerra Celina: as flores que a coleção inteira vinha prometendo, abertas de uma vez sob a última luz do dia.
A estampa reúne a paleta de todos os capítulos anteriores — o terracota de Margot, o dourado de Fiorella, os azuis de Amélie — e a devolve em forma de flor. É a página final que relê o livro inteiro.
O top de arco simples é a modelagem mais essencial da coleção: uma única curva de sustentação, alças limpas e todo o protagonismo entregue à estampa. A calcinha Sun Kini Duo retorna do capítulo anterior, agora vestida de jardim, com a mesma dupla possibilidade de uso.
Termina assim a primeira leitura de Celina. Como todo bom verão, ela foi feita para ser revisitada: volte ao início quando a luz pedir.
O guarda-roupa deste capítulo
- Jardim Secreto · Top Arco Simples Floral
- Jardim Secreto · Calcinha Sun Kini Duo Dupla face de uso
A revista
Journal
Textos para ler devagar — sobre moda, viagem, matéria-prima e a arte de vestir o verão.
Cinemateca
Filmes
Há coisas que a fotografia não alcança: o caimento em movimento, a voz de quem cria. Para isso, existem os filmes.
A apresentação de Celina · Sun Bali Studio
O filme de abertura da coleção: referências, tecidos e a origem de cada capítulo, contados em primeira pessoa.
O look Margot · a renda em movimento
A renda terracota fora da fotografia: caimento, transparência e vento. Um minuto que vale o editorial inteiro.
A casa
Sun Bali
Uma casa brasileira de beachwear e resortwear — onde o verão é tratado como matéria de design.
Acreditamos num luxo que não precisa se anunciar. Ele está no acabamento que ninguém vê, na modelagem que respeita o corpo, no tecido escolhido à mão, na peça que atravessa verões sem perder o desenho. A Sun Bali nasceu dessa convicção — e de um certo modo brasileiro de viver o sol: com naturalidade, com alegria e sem pressa.
Produzimos nossas próprias peças, do risco à etiqueta. Esse controle não é um detalhe de bastidor: é o que permite que cada coleção tenha voz autoral, e que cada costura corresponda ao que prometemos.
Feito por nós
Design, modelagem e produção próprios. Cada peça passa por mãos que conhecem a marca pelo nome.
Feito para durar
Tecidos e acabamentos escolhidos para muitos verões. A peça que permanece é a nossa ideia de sofisticação.
Feito com identidade
Referências de arte, arquitetura e viagem, traduzidas com sotaque brasileiro. Autenticidade antes de tendência.
“Não desenhamos roupas para chamar atenção. Desenhamos para acompanhar mulheres que já a têm.”Sun Bali · Nota da casa